Como o evangelista xará esse menino do sorriso encantador me traz cotidianamente a uma doce aventura da juventude, não em saudosismo, mas de forma real. É delicioso ver alguém tão cheio de vida impulsionado por uma vontade de descobrir e dominar o mundo. E o mundo ou melhor o universo é dele, pois alguém assim, possuidor dessa coragem de desbravador já nasce vitorioso e com direito a tudo.
Lucas une a inocência ao pecado , é anjo é demônio é uma mistura de tudo ! É um exemplar raro de humanidade, não no sentido de perfeição, mas sim de trazer em si características que o fazem ser especial.
Ver esse menino narrando a vida dos seus hamsters é a mesma coisa de assistir um filme de fantasia na Sessão da Tarde, é mágico!
E ao ouvir uma palavra que não sabe o significado e perguntar do que se trata como se fosse um bebê aprendendo as primeiras palavras . Isso é único, a simplicidade com que se faz sem sentir-se menor, mas sim, com vontade de aprender.
E com tanta ânsia de viver, ele resolveu ir morar longe, ir em busca de novos sonhos de novas experiências. Com o coração bem apertado sou eu como amigo obrigado desligar a emoção e o egoísmo e apoiar, mas sendo sincero, queria deixar não! Queria poder impedir... mas não sou eu quem iria lutar contra a vontade de um pequeno descobridor... ele tem e pode almejar tais sonhos, tais vontades.
Mais uma vez será preciso me reinventar aprender a não ter tão próximo essa figura que me fez e faz tão bem, que me trouxe a vontade de rir, de experimentar o novo sem culpas. Lucas é meu herói!
Amigo, é uma palavra muito forte que a nem sempre é usada da forma correta, afinal tem gente que usa a qualquer pessoa de convívio, mas eu aprendi com o tempo que ela é uma palavra para uso com moderação e que atribui-se a poucos e dentre esses, "meu best" encontra-se. Como um novo coadjuvante parceiro!
Amo muito e admiro incansavelmente , desejo todo o sucesso e a plena felicidade ao Lucas e sempre e sempre estarei de braços abertos a esperá-lo no portão para uma conversa séria ou simplesmente para contar estrelas!
Te amo, amigo! Saudade e coração apertado desde já! Viva o Leãozinho!
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
sábado, 28 de setembro de 2013
A MULHER DO COLAR.
Mais de ano sem escrever no meu blog, mas hoje eu precisava registrar em algum lugar o aperto no coração e ao mesmo tempo a alegria. Em acaso ou por acaso 2013 me proporcionou experiências únicas e inovadoras, conheci pessoas ímpares e adentrei em um mundo desconhecido e magnífico. E entre essas inúmeras descobertas esta ela: A MULHER DO COLAR.
Quem é a Mulher do Colar? Ela é um ser meio mítico ou talvez seria melhor dizer divino, que move e promove reflexão, que causa anseios, temores e um misto de sentimentos que como um vulcão em erupção desperta na gente uma sensação de algo precisa ser feito, vai ser feito e já foi feito. É assim mesmo uma dinâmica louca a estrutura que essa mulher causa na gente.
Divina e profana, antíteses sinonímicas a ela, afinal segundo a tradição arcaica cristã o riso era sinal de profano, e nada mais facilitador dessa ação do que essa mulher...Ah! Como se rir na presença e também na ausência dela. Como é prazeroso ouvir aquela risada gostosa e verdadeira que nos leva a uma sensação de infância eterna. Quanto a divindade, esse é o poder de um espírito magnífico que faz uma presença enaltecedora, de uma fé que acolhe a todos quando o mundo parece está desmoronando, e essa crença é pregada gratuitamente e emanada dela como se fosse os raios do sol, sem esforço, mas simplesmente porque nasceu nela e é preciso brilhar e espalhar o bem.
A mulher do colar é MÃE é aquela que o ventre deu dois filhos, mas que a vida deu dezenas. Mãe protetora e possessiva que exige o bem e que outorga a alegria como dever de todos que a cercam. E como tal, sofre calada, se faz de forte, querendo vencer as avalanches que as mazelas humanas trazem e nesse momento a mulher torna-se uma menina, frágil e meiga que necessita de apenas um abraço apertado, bem apertado, para retomar ao posto de guerreira que avassala, explode e ultrapassa todo e qualquer problema.
Essa mulher é assim indefinidamente uma explosão, um furação que mostra que está presente. Grande, graciosa, da cintura fina, sim da cintura fina!
Os colares que me hipnotizam, o macacão que nos leva ao Pão-de-Açúcar, a fome que ela tem e tem fome e como tem fome, mas principalmente "ELAZONA" se alimenta de amor, afinal colhe e se sacia com aquilo que planta, e somente esse gênero alimentício que pode saciá-la.
Vocábulos bonitos, músicas e poesias nunca poderão se aproximar do que ESSA MULHER DO COLAR representa em nossas vidas, nossas no sentindo de humanidade, porque na minha, na primeira pessoas do singular essa senhora representa 'um céu de brigadeiro' ou 'um arco-íris após a tempestade'. e qualquer outra coisa que com um sentido que só se tem vivendo próximo dela para se entender e como gostaria que mais e mais pessoas pudessem encontrar na vida ESSA MULHER DO COLAR, dessa forma a vida seria muito mais fácil de viver.
Sara Afonso, esse texto é só pra tentar expressar um pouco do carinho que tenho por você e da importância que
passou a ter em minha vida. Te amo, amiga.
Quem é a Mulher do Colar? Ela é um ser meio mítico ou talvez seria melhor dizer divino, que move e promove reflexão, que causa anseios, temores e um misto de sentimentos que como um vulcão em erupção desperta na gente uma sensação de algo precisa ser feito, vai ser feito e já foi feito. É assim mesmo uma dinâmica louca a estrutura que essa mulher causa na gente.
Divina e profana, antíteses sinonímicas a ela, afinal segundo a tradição arcaica cristã o riso era sinal de profano, e nada mais facilitador dessa ação do que essa mulher...Ah! Como se rir na presença e também na ausência dela. Como é prazeroso ouvir aquela risada gostosa e verdadeira que nos leva a uma sensação de infância eterna. Quanto a divindade, esse é o poder de um espírito magnífico que faz uma presença enaltecedora, de uma fé que acolhe a todos quando o mundo parece está desmoronando, e essa crença é pregada gratuitamente e emanada dela como se fosse os raios do sol, sem esforço, mas simplesmente porque nasceu nela e é preciso brilhar e espalhar o bem.
A mulher do colar é MÃE é aquela que o ventre deu dois filhos, mas que a vida deu dezenas. Mãe protetora e possessiva que exige o bem e que outorga a alegria como dever de todos que a cercam. E como tal, sofre calada, se faz de forte, querendo vencer as avalanches que as mazelas humanas trazem e nesse momento a mulher torna-se uma menina, frágil e meiga que necessita de apenas um abraço apertado, bem apertado, para retomar ao posto de guerreira que avassala, explode e ultrapassa todo e qualquer problema.
Essa mulher é assim indefinidamente uma explosão, um furação que mostra que está presente. Grande, graciosa, da cintura fina, sim da cintura fina!
Os colares que me hipnotizam, o macacão que nos leva ao Pão-de-Açúcar, a fome que ela tem e tem fome e como tem fome, mas principalmente "ELAZONA" se alimenta de amor, afinal colhe e se sacia com aquilo que planta, e somente esse gênero alimentício que pode saciá-la.
Vocábulos bonitos, músicas e poesias nunca poderão se aproximar do que ESSA MULHER DO COLAR representa em nossas vidas, nossas no sentindo de humanidade, porque na minha, na primeira pessoas do singular essa senhora representa 'um céu de brigadeiro' ou 'um arco-íris após a tempestade'. e qualquer outra coisa que com um sentido que só se tem vivendo próximo dela para se entender e como gostaria que mais e mais pessoas pudessem encontrar na vida ESSA MULHER DO COLAR, dessa forma a vida seria muito mais fácil de viver.
Sara Afonso, esse texto é só pra tentar expressar um pouco do carinho que tenho por você e da importância que
passou a ter em minha vida. Te amo, amiga.
quarta-feira, 25 de julho de 2012
O QUE VI DA VIDA.
Talvez o verbo correto seria senti, porque viver ultrapassa o ver, só vivemos de verdade quando sentimos, então nessas três décadas de vida eu senti um miscelânea de sentimentos incríveis, vivenciei como ninguém o amor, nas suas vertentes fraternais, carnais, e no mais belo que pra mim é o amor materno.
Vi (senti) por inúmeras vezes a traição daqueles que jurava serem fiéis, mas também fui traidor por algumas vezes, e aprendi a não transformar isso em uma cruz ou uma bagagem a ser carregada...deixei as traições pelo caminho para que fossem cicatrizadas e que se transformassem em meras lembranças circunstanciais.
Presenciei atos sobre-humanos de estranhos ( sem laços consanguíneos) que por sentirem algo sem explicação por mim, sofreram e choraram junto comigo. E talvez essa seja uma das sensações mais curiosas: ver que um outro ser sofreu em me ver mal e que comemorou comigo a superação. Essa é uma visão que acredito ser rara, poucas são as pessoas que possuem essa capacidade. Mas encontrei algumas assim.
Eu tive a sorte de ter nascido em uma família altamente passional que me nutriu com o amor excessivo sem medida certa, sem querer ser politicamente correto que apenas senti e ama. Então a partir disso levei todos os anos, cada situação que vivi para um conto épico e sem ter a menor culpa de ter amado demais.
Acredito que o bom da vida é ter aquela sensação de liberdade, não a pregada pela Constituição, mas a liberdade natural do ser humano. E senti essa liberdade ao subir um morro alto pra correr sem destino, ao entrar num pomar perdido em uma estrada e roubar laranjas, mas sobretudo em sentir sem culpa todos os sentimentos da vida sem ter vergonha da inveja, amizade, avareza, ciúme, paixão etc...mas assumindo os bons e ruins como minhas propriedades.
Não me sinto um herói mas, tão pouco também, me acho longe de ser um bandido... se eu tivesse que me representar em uma palavra eu utilizaria autenticidade, porque ao menos foi para isso que fui "treinado" pelo meu próprio ego em viver na busca de atos exclusivos que pudessem realmente dizer quem sou eu.
Só roubando a frase de uma música de Ana Carolina que diz
"Porque eu sou feita pro amor
Da cabeça aos pés
E não faço outra coisa
Do que me doar
Se causei alguma dor
Não foi por querer
Nunca tive a intenção
De te machucar..." Vi muita coisa na vida, senti inúmeras emoções e faria tudo de novo sem nenhuma alteração .
sábado, 19 de maio de 2012
Meu BEST
Se uma coisa que tenho que agradecer ao moribundo Orkut é o fato dele ter me dado de presente uma das figuras mais queridas de minha vida, o Ilustre Senhor David Muller Azelman, que passou a ser um dos pilares importantes na minha história.Como uma lagarta que entra no casulo e sai borboleta, vi todas as mutações desse carinha, do menino ingênuo e tímido ao atlético, popular e destemido, moço engraçado de humor singular.
Mas, pra se dedicar um texto ao meu amigo é impossível não falar do seu amado e variado humor, bipolar ou monopolar, eis, que ele faz toda a diferença, nos causa medo de ligar, de procurar ou simplesmente rir pra ele, pois de repente uma telha voadora ele pode nos atirar. Mas se tiver a sorte pode-se morrer de rir com seu jeito irônico, e debochado de ser totalmente e sempre. Ele é assim mesmo.
Quantas brigas, quantas raivas tivemos um com outro, uma vontade de matar... mas nada que um "dane-se", eu gosto dele não resolvesse. Nos tornamos cúmplices, acordamos de madrugada se nada para fazer no inverno ou no verão e assim partíamos para nossa "braulina" para ver os carros passarem e filosofar sobre a vida.
Se cada caractere que gastamos nesses anos entre msn e bate papo do face fossem contados, acredito que chegaria a um número assustador, dividimos tudo pelas redes sociais, pelo telefone enfim pela vida...somos
bests, somos irmão ou melhor dizendo "pai e filho".
Agora após anos e anos ele cismou de ir morar longe, tentei convencer a não ir, mas não posso controlar as asas da borboletinha que cresceu e quer viver, me resta desejar e torcer que o sucesso e felicidade dele seja total onde quer que vá e esperar o retorno dele as nossos pontos de encontro com uma garrafa de coca-cola e uma meota de cachaça e o baralho de Uno separadinho a espera dele.. e com muitas confusões para acontecer sempre.
Te amo David, meu melhor acaso de amizade.
domingo, 13 de maio de 2012
Quero voltar...
Não dá para voltar no tempo e mudar aquilo que aconteceu, mas com toda certeza dá pra gente se lamentar e muito por ter saído do mundo que se tinha em busca de um que nada tem a ver conosco. Não é um texto de lamentação, mas sim de auto análise.
Passei todos os anos da minha vida defendendo ideias de respeito mútuo, de afeto e carinho, mas esqueci do amor próprio, me permiti me misturar em lodos que não pertenciam ao meu nicho. A vida é assim, pagamos um preço alto por nos aventurar em terras desconhecidas e a tal coisa de que nada mais proveitoso de que viver novas experiências e mundos é um clichê falso e perigoso.
Se temos, se somos, se queremos é porque construímos e quem arquiteta tem que pensar em tudo da base ao telhado. Não dá pra achar que o imprevisto é mágico, porque com certeza não é!
To vivendo na pele o ato dos meus desatinos, quis brincar de mocinho em terra de índios antropofágicos e agora o que tenho ? A busca do caminho de voltar pra civilização, pra aqueles padrões que o pequeno burguês ignorante quis negar por acreditar no marxismo, tão arcaico e obsoleto.
Agora cabe a mim frente a esse labirinto, buscar, procurar e vê se acho minha própria identidade perdida nesse pântano. Estou com medo, vontade de gritar e pedir o colo de mamãe. Mas como não será isso o remédio pra curar essa ferida aberta, devo encontrar a resposta de uma outra forma. Que de forma silenciosa eu retorne ao áureos tempos de "inrelatividade cultural". Que me perdoe os antropólogos e sociólogos.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Luís Amon

Gênio, perverso e insalubre ao seu próprio ser. São essas as três palavras que poderiam definir " o rapa" que dá o nome a esse texto, mas como o próprio me diz eu sou conhecedor da alma dele e o interpreto perfeitamente, então a seguir descreverei algumas sínteses sobre o dito cujo.
Luís pode ser comparado a um meteoro entrando na atmosfera da Terra, pois ele se auto combusta na vida. Com uma sede de desvendar os quatro cantos do planeta ele busca encontrar em pequenos espaços todos os mundos possíveis, viver todas as épocas passado, presente e futuro num instante só.
Ao falar em períodos temporais na vida desse rapaz é entender mais ou menos assim: Ele pensa viver nos cabarés da Paris dos anos de 1920, se comporta como se estivesse no século XXIII, mas, é na verdade um hippie original da década de 1970 tele transportado para nossos dias, com intuito de causar espantos e arrepios nos velhos conceitos da sociedade hipócrita, melhor, eu diria sacudir o pó das saias das senhorinhas que com as mãos trêmulas seguram os terços.
Mas,quem é esse Luís ? Um sádico? Um carente? Um ninfomaníaco? Um anjo? a resposta é clara ele é o misto disso tudo, com grandes ênfases em características de um vilão mas com coração de mocinho arrependido.
Se eu fosse escolher um filme para equivaler ao mesmo, creio que ficaria com " Um gênio indomável", é nesse contexto contraditório, ambíguo e ardiloso que se encontra a personalidade incrível de Amon.
Talvez em confabulações fantasiosas Luís seja melhor representado por um vampiro, aliás, acho que ele vive a vida como se o fosse, com toda sedução, apetite e capacidade de se renovar ao longo do tempo. É a melhor personificação do maluco beleza e a própria inspiração dos deuses do Olimpo.
Enfim, digo a todos Luís Amon não é meu melhor amigo, poderia ser o meu pior ( por se tratar do mais capaz entre os mortais para ferir ou salvar a alma de alguém). O amo tanto, admiro e me deixo viciar em suas tentações vitais...me coloco como fiel seguidor, aliado e parte dos abduzidos por ele.
Luís Amon é único sempre.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Meu tesouro

Seria clichê dizer que meus amigos e minha família são meus maiores tesouros...Isso todo mundo diz. Mas, no meu caso é o seguinte, eu preciso de dinheiro como qualquer outra pessoa, porém tenho algumas coisas que defino na minha ambição; desejo e luto por aquilo que quero e não por aquilo que a maioria desejaria ter ou até mesmo que fosse típico querer possuir.
Até hoje tive e tenho tudo que sonhei materialmente falando, porque o que desejo, é aquilo que me faz feliz, nunca quis nada que não estivesse ao meu alcance, talvez muitos devem me achar sem perspectiva , limitado... Pode até ser, mas do fundo do meu coração sou uma pessoa feliz com o que tenho.
Trabalho desde sempre, faço o que gosto, mas se tiver que arregaçar as mangas e começar de novo, assim farei.
Adquiri um bem maior que muitos cofres de Tio Patinhas, chamado conhecimento, cultura e sede de aprender isso é como um portal mágico que é capaz de me levar a qualquer lugar do mundo.
Quando eu tinha 20 anos achava que morar só era o máximo, fui e "quebrei a cara", pois pra mim viver como uma ilha é impossível. Antes, aos 18 quis ser padre, tentei, descobri que meu dogmas são bem diferentes daqueles pregados pela Igreja.
Fiz minha faculdade sonhada, sou professor/ Diretor de escola há dez anos... e como disse, estou muito feliz, mas se tiver que começar do zero começarei.
Vivi amores lindos, histórias dignas de um filme de sucesso num blog GLBT. Tive em minha cama corpos desejados por muitos e dessa forma percebi que eu sou o agente capaz de gerar alegria ou prazer, a felicidade ta em mim e não nos outros.
E aos 31 anos de vida estou assim feliz, não que eu tenha parado de desejar, mas aprendi a valorizar o que tenho, o que me é dado pela vida e principalmente ao que conquisto...
Hoje sou feliz, tempos atrás fui uma escuridão como disse meu amigo Dim, que enganado achou que vivo infeliz, por não ter uma vida dentro do padrão atual que todos acham que se deve ter, mas afirmo pra vocês sou atualmente um poço de alegria, aprendi a me amar, e principalmente a olhar no espelho e me aceitar como sou.
Talvez como esse amigo, muitos quisessem que agisse de outra forma, que tivesse outra conduta, mas aí não seria eu.
Meu tesouro está aqui, na Cidade Poema, na minha casa com minha mãezinha e no meu mundinho que eu construí pra mim..
Se é pequeno, se parece pouco, pra mim é um universo conquistado porque é esse minúsculo planeta que me dá toda a felicidade e não me deixa sair por ai desesperado por ela, porque eu felizmente a encontrei bem pertinho de mim.
Se amanhã eu acordar infeliz irei talvez em busca de um "el dorado" mas hoje o paraíso é onde vivo e da forma que vivo.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Sensibilidade quem tem?

Se existe um suporte para o amor ele é a sensibilidade, coisa rara de se vê nos dias atuais, pois todos têm muita pressa, muita coisa pra fazer e não dá tempo de ser sensível.
Claro que eu como qualquer mortal sou passivo dessas displicências que por muitas vezes nos caracterizam como insensíveis, mas digamos que busco equilibrar e até mesmo ficar em alerta para que eu não perca esse bem preciso, que no caracteriza como pessoas de alma vazia ou não.
Dizem que sou meio neurótico que exijo demais das pessoas, que "encano" com pouca coisa. Porém o mais engraçado é ver que os autores dessas falas agem da mesma forma ou até mais dramaticamente do que eu mesmo, quando são alvos de atitudes semelhantes a que praticaram.
Aquele velho ditado que diz: "PIMENTA NO OLHO DOS OUTROS É REFRESCO é a síntese perfeita desse comportamento antagonista.
É tão simples demonstrar sensibilidade, apenas um sorriso, um aperto de mão, um telefonema ou simples desculpas e um posso te ajudar? são palavras mágicas que fazem com que eu esqueça todo o mal, raiva ou mágoa que seja em prol do carinho e afeto que compensa o "erro" alheio.
Mas são poucos que percebem a importância de gestos como os citados acima o que é lamentável.
Um amigo psicólogo me disse ontem que só quando excluímos pessoas assim da nossa vida é que nos tornamos felizes de verdade e que mesmo que doa o futuro será menos perturbador a ter que suportar gente que passa bem longe de ser sensível.
Não é qualquer um que possui SENSIBILIDADE.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Amizade é assim e ponto final.

Sabem nessas minhas três décadas de vida tem uma coisa que aprendi, amizade não tem normas estabelecidas pela ABNT, cada uma se manifesta da forma que contenta as partes envolvida.
Sempre tive amizades fortes e intensas em sentidos profundos das palavras...mas ao mesmo tempo foram e são continuamente passíveis de brigas e rompimentos, mas insistentemente com muitas reconciliações.
Esse "vai e volta" não é demonstração de amizades volúveis, mas sim de amizades que se reciclam que buscam caminhos diferentes para aprender a compreender o outro.
As melhores provas de fidelidade entre amigos não se dão em momentos de frenesi ou de alegria sublime, mas sim em circunstâncias adversas é o "eu posso falar mal dele, mas ninguém além de mim." Isso é prova de amor, de fidelidade e que só há crítica porque a gente ama tanto essa pessoa que tem que mostrar as imperfeições para destruir o mito, porque realmente tornamos nossos amigos mitos e depositamos muitas vezes qualidades excessivas e exigimos mais do que o indivíduo pode dar.
Conhecemos profundamente cada um daquele que chamamos de amigo, na verdade quando falamos que nos decepcionamos, que não se esperava tal atitude é mentira. A gente sabe o que um amigo é capaz de fazer, podemos até não acreditar mas sabemos até que ponto a pessoa que compartilhamos segredos e vida em si pode ir. Mas, preferimos apagar o lado humano e endeusar o tornar infalível, para que possamos nos sentir bem e sossegados.
Outro ponto é, pior que tenha sido a atitude que seu amigo tenha feito, nada pode apagar os momentos anteriores, os choros, os risos e os abraços...esses fatos tem que pesar mais que "as fagulhas" criadas no fato de discórdia.
A palavra amigo tem um peso de uma tonelada, não se deve dar ela a qualquer um, mas quando ela é atribuída de verdade é importante salientar que o receptor dela é um ser igual ao você, que em algum momento vai errar, mas que irá sempre te fazer feliz...
Amo meus amigos e morreria sem eles...eu suportando os defeitos deles e eles os meus. Afinal irmãos a vida nos dá, amigos a gente escolhe e eles são raros. Amizade é assim e ponto final.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Nostalgia Natalina

Queria escreve algo sobre o Natal, mas que não fosse nada deprimente ou nostálgico, porém acredito que seja impossível, afinal é nessa época que abrimos nossas defesas e abaixamos guarda pra emoção.
Quando criança passava o ano esperando os dias pra encontrar todo mundo, montar a árvore, ver meus primos juntos e fazer a "zona" na casa.
Meus pais com as surpresas para mim, normalmente um LP da Xuxa e uma quantia em dinheiro.
Mas o melhor do dia 25, nem eram os presentes, era sentir o quanto era bom estar junto em família, coisa que só percebo hoje, mas nada valeria mais do que ver papai e mamãe juntinhos, brigando, rindo e se acariciando..meu irmão correndo pela casa e minha vó gritando pra ele parar e toda aquela comida exagerada que daria pra alimentar uma multidão..
A noite do dia 24 pro dia 25 era ficar vidrado na tv e ver Xuxa chorando, sem saber o porquê, mas acreditar que era a coisa mais emocionante do mundo.
Eu possuía um Natal perfeito e nem sabia, hoje quando percebo que essa data é pra mim o dia da frustração por não ter meus pais juntos como antes, de cada um ter seguido seu rumo. Fico pensando o como momentos simplórios são capazes de mexer com nossa vida para todo sempre e fazer a diferença e nos deixar com uma saudade avassaladora de coisas que poderiam ser esquecidas facilmente.
Acho que o verdadeiro espírito natalino consiste na ocasião de fazer uma manifestação de amor, e nada mais representativo do amor do que a família reunida...
Saudades fortes da minha velha infância...Saudades do cheirinho de amor que sentia em tudo.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
A Sexualidade nossa e a alheia...Pecado???

Quando falamos de sexo ou sexualidade utilizamos essas palavras como se tivessem o mesmo significado, mas, há diferença entre estes termos.
Sexo
• Condição orgânica que distingue o macho da fêmea nos organismos heterogaméticos.
• Sexo feminino e sexo masculino.
• Conjunto dos órgãos sexuais masculinos ou femininos e, de modo especial, os órgãos externos.
Sexualidade: Está diretamente ligada a atitude da pessoa nessa relação, o seu comportamento, desejos, fantasias… essas são manifestações da sexualidade.
O sexo nas civilizações da Antiguidade davam ao ato sexual de um momento sublime humano, passando pela necessidade natural do ser ou mesmo um ato casual e simplório .
Em contra partida as sociedades judaico-cristãs passaram adotar o caráter de proibido, pecado, de ofensa a Deus a prática sexual , que não segue os parâmetros traçados segundo aos ensinamentos religiosos.
“Passamos a ser filhos de Adão e Eva, expulsos do paraíso por desobedecer a Deus, carregamos o DNA do pecado mortal praticado por eles.”
Pensamentos sobre o sexo no Brasil nos séculos passados:
“Era preciso enfear o corpo para castigá-lo. Os vícios e as “fervenças da carne”, ou seja, o desejo erótico, tinham como alvo o que a Igreja considerava ser “barro, lodo e sangue imundo.” Onde tudo era feio porque pecado. Isso, porque a mulher- a velha amiga da serpente e do diabo- era considerada, nesses tempos como um veículo de perdição da saúde e da alma dos homens.”
As relações “fora do vaso natural” eram tidas como pecados graves “quaisquer tocamentos que levassem a ejaculação. Assim, perseguiam-se os “preparativos” ou preliminares ao ato sexual.
O sexo só era permitido com intuito a procriação.
As relações sexuais entre marido e mulher se davam com um lençol com um furo, onde o homem deveria introduzir seu pênis na vagina da mulher sem que houvesse contato entre os corpos, normalmente a mulher apenas levantava o vestido e o homem abaixava as calças.
Com todos os resquícios culturais que herdamos de anos do “sexo, palavra proibida.” Fica a certeza da dificuldade de tratar assuntos como:
DIVERSIDADE SEXUAL
DSTS e AIDS
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA.
É preciso romper com as barreiras e acabar com os tabus que impedem as pessoas de viverem uma sexualidade plena.
sábado, 15 de outubro de 2011
Juramento
"Juro amar e educar as crianças a mim confiadas!". Foi com essas palavras que em 15 de dezembro de 1999 de forma solene iniciei o maior de meus sonhos e o maior comprometimento que já pude ter.
Sou professor com orgulho de ser. Gosto das minhas mãos sujas de giz, amo o roxo do papel hectográfico nas pontas dos dedos, mas é evidente que é preferível o computador e lousa branca...afinal o mundo evoluiu e nós também.
Hoje (literalmente, no dia 15 de outubro.) no meu dia, que deveria está feliz por ser o dia consagrado a nós, me sinto deprimido, triste e sem norte. Julgam-me como se fosse uma máquina perfeita que deveria calcular todos os acontecimentos, ter todas previsões e não errar...Amo intensamente o magistério, a gestão escolar, vivo por isso e para isso, e ver pessoas tratando o meu trabalho como qualquer coisa, vejo-me como prisoneiro jogado aos leões em uma arena com o público torcendo pela fera.
Estou sem dormir, com muita dor de cabeça, uma vontade de ficar na cama e com medo até da luz...Não preciso de auto e nem da piedade alheia, mas preciso como nunca de um colo, do afago e sobre tudo da compreensão.
Quando se erra por displicência creio que seja justo o julgamento voraz, mas quando se erra tentando acertar, em fazer o melhor e doando-se ao máximo, creio que seja inerente a benevolência e solidariedade do outro (s).
É muito triste perceber que muitos sentem-se felizes quando veem que algo deu errado, que o sucesso não aconteceu dessa vez como das outras.
Sou professor, gestor escolar e humano. É dolorido demais sentir "na carne" a lança agressiva de algozes que nos circundam...
Estou grato pelo apoio de tantos, sei que esse deveria prevalecer... mas o coração da gente é assim...
Um amigo meu sempre diz: "Não reclame de nada, porque você escolheu ser professor!" Pode até parecer demagógico, mas creio, que o magistério me escolheu.
Amo ser professor, me dedico em plenitude a essa função...
Como disse no dia da minha formatura, amo e defenderei cada um desses meninos e meninas a quem tenho por obrigação proteger.
Não saberia viver em outro mundo que não nesse.
Juro.
sábado, 24 de setembro de 2011
Parabéns ou Pêsames?

Quando penso que vou me acostumar em ter dezoito anos e ser maior de idade, me dou com a surpresa de está entrando na casa dos trinta anos e um desespero assustador tomar conta de mim. A sorte que existem outros como eu com quem compartilho dessa árdua tarefa em ser "Balzaquiano"... (as mulheres ainda possuem o adjetivo, a nós homens nem isso foi dado.)
Agora não temos mais a desculpa da juventude inconsequente, das ações protetoras da nossa mãe. É hora de crescer, ser maduro, ter estabilidade econômica e sentimental.
Mas, apesar de saber que existem todas essas exigências intrínsecas... nos deparamos com um EU totalmente inseguro, frágil e necessitado do cafuné da mamãe.
Os cabelos brancos e a queda dos pretos, a visão um pouco embasada pra longe, ainda insistem em lembrar que hoje já não podemos ser tão pretensiosos, como se a juventude fosse eterna. Pintar os cabelos, fazer academia, lutar contra a balança se tornam metas de vida, aliás mais do que isso, são torturas constantes.
Por falar em tortura, as pessoas que nos cercam nessa idade, sejam elas mais jovens ou mais velhas, tem o estranho gosto de nos fazer de cordeiro sacrificado, pois, nada lhes dão mais prazer que nos fisgar com comentários como tais: "seus cabelos estão se mudando?", "você está ganhando mais uns quilinhos!" Você é dessa época num é?" ...E riem sem controle, enquanto nós homens e mulheres de trinta somos devorados pelo deus Cronos.
Quando nos deparamos assistindo no youtube o Xou da Xuxa, o Balão Mágico, Trem da Alegria, He-man, Tander Cats etc...nota-se que estamos frente a achados arqueológicos e que nossa infância na verdade hoje é retratada como período pré-histórico...
Outro elemento de enorme maldade contra nós, pessoas "cronologicamente sensíveis", é o ato de questionar nossa a vida amorosa, as perguntinhas já velhas sobre: "Você não pensa em ter alguém?", "Em ter filhos?", " Já está com trinta anos!". Essa última é apunhalada final, o tiro de misericórdia!!!
Só existem duas certezas que nos podem deixar suavizados, é que todos passaram e passarão pela mesma epopeia, e que ao fechar os olhos passaremos pelas crises dos 40, 50, 60 e 70....Afinal são coisas da vida.
domingo, 18 de setembro de 2011
PALAVRAS

Desda 2ª série sou elogiado com aquilo que escrevo, era ótimo em redação, as professoras sempre teciam ótimos elogios, aos 14 anos inventei de ser escritor, comecei a minha proeza criando uma história de "Quatro Amigos e Um Destino", que narrava na verdade o que eu ansiava em viver.
E escrever sempre teve a função na minha vida, expressar o que sinto.
No meu desenvolvimento textual sempre tive altos e baixos em questões normativas da Língua Portuguesa, se a ortografia melhorou a pontuação permanece como calcanhar de Aquiles na minha produção.
O que procuro é mostrar de forma clara ou até em alguns casos de maneira subjetiva o que estou vivendo, o que penso e o que quero.
Há situações que ponho um certo tom de agressividade ou drama para quem saber conseguir seduzir o leitor ( na expectativa que haja um).
Sobre tudo que falo e registro no meu blog ou no site para qual escrevo, o Ponhint Hitz, fico me imaginando no lugar de quem lê se conseguiu nas palavras mal pontuadas alcançar o meu anseio, o meu desejo, que o leitor tenha entendido o meu sentimento ao falar sobre cada assunto abordado.
Lembro perfeitamente de uma prova de redação em que tirei nota máxima escrevendo sobre a morte da princesa Diana, e os elogios que a minha professora fez na época, aliás o nome da professora era Eliane Cruz, mestra que com algumas palavras me fez enxergar que eu era capaz de escrever, prova de que o incentivo faz a diferença, e nesse momento ela me ajudou a desenvolver algo que me dá uma alegria e me faz sentir potencialmente formador de opinião.
Quando pegamos algumas letras e a transformamos em um texto exercemos a função de maestro orquestrando sons, significados sobretudo sentimentos. A partir dessa ideia não dá pra escrever por obrigação, mas sim e somente por emoção, me desculpem os tecnicistas que são contrários ao que afirmei, mas não consigo registrar uma linha se quer sem me reconhecer nas palavras que escrevo.
Todo esse texto, toda essa prosa tem o objetivo de contar a você que perde seu tempo ao ler o que escrevo, saber o quanto eu me dedico ao juntar "as letrinhas", mesmo que haja erros de pontuação, grafia ou concordância.
Busco a inspiração, busco o melhor de mim pra tentar expressar o mais nobre que eu possa oferecer a todos ao tentar ser esse maestro.
domingo, 24 de julho de 2011
Nem Anjo e Nem Demônio, Apenas Amy Winehouse

Amy Winehouse morreu! Foi essa a frase que li no twitter ontem á tarde, quando a vi, pensei que era muito lamentável uma jovem perder a vida, uma cantora de talento silenciar-se enfim a morte era triste e ponto.
Mas em questão de minutos o Twitter e o Facebook estavam cheios de condenações, defesas e piadas, confesso que não me contive em postar algumas frases de humor negro sobre a morte dela, pois também acredito que nos momentos trágicos a solução é o humor. Porém, não é compreensível que o mundo se ache no direito de condenar a Amy como culpada e assassina de si mesma. Ela era humana como todos, cometia acertos e erros,não era uma santa ou papisa a quem tinha-se que cobrar exemplos, agora jogam sobre ela a responsabilidade da juventude se drogar seguindo seus exemplos, como se isso fosse possível, é a velha pática da sociedade permanecer jogando nos outros a culpa e a solução dos problemas que ela não consegue resolver.
Amy não deve ser lembrada pelas drogas, pelos escândalos e sim pela música e o talento.Não nos cabe martirizar ou inocentar, essa atribuição não é de ninguém. As atitudes dela podem no máximo servirem de reflexão sobre o que as drogas causam em uma vida cheia de potencial, de um alerta, mas nunca de uma condenação.
Ainda sobre o Twitter li um que realmente me deixou deprimido, a pessoa dizia que era bem feito ela ter morrido por ser uma drogada, a pena que eu tive não foi Winehouse e sim do autor da frase que demonstra como existem pessoas tolas e limitadas que se acham detentoras da verdade e supremos em sua sabedoria bitolada.
Provavelmente evangélicos e outros religiosos extremistas usaram a tragédia (chamada de anunciada) como sinal da falta de Deus e ações do demônio, mas a estes mortais de mente pequena a vida em sua sabedoria cíclica irá mostrar de uma forma mais próxima o que significa o ditado popular " o chicote do rabo é a língua."
Vou parando de escrever por aqui, mesmo tendo vontade de prosseguir, mas prefiro parar e ouvir Rehab.
Amy Winehouse vive em Rehab eternamente!
domingo, 3 de julho de 2011
Parada Gay, Onde Está o ORGULHO?

Tanta expectativa se faz em relação as paradas gays, tanto na mídia, nas ongs, entre o público gay e militantes da causa. Mas a cada uma que assisto pela tv e internet, me faço um questionamento pertinente: Onde foi parar o orgulho gay? Pois não consigo me orgulhar de pessoas que fazem sexo debaixo da bandeira do arco-íris, de fantasias em um período que não é carnavalesco, de personagens caricatos ao extremo da palavra, homens e mulheres nus em plena rua; dizendo estar defendendo o orgulho gay.
Orgulho de quem? Acredito que ninguém deu procuração pra um grupo de pessoas falar em nome de milhões de homossexuais, de forma agressiva e até imoral.
Estou muito longe do moralismo pregado pelas mentes arcaicas de nosso país, mas, não consigo aceitar a venda da imagem do gay como um ser mitológico, que veio ao mundo pra divertir os outros ou para chocar.
Entendo que existe uma extrema necessidade do gay se auto respeitar como cidadão, se impondo mais, isso não significa dizer "seguir paradigmas convencionais", mas sim embutir a credibilidade em suas ações e talvez dizer relação amistosa e de respeito mútuo aos outros.
Se o gay é engraçado, inteligente e obtém sucesso no que faz independe da suas preferências sexuais, isso é natural do ser humano e não homossexual, hétero ou bissexual.
Então não vejo o motivo pelo qual fazer carnavais fora de época e intitular isso como manifestação do ORGULHO GAY. Acredito que tem-se muito mais motivo para se envergonhar a se orgulhar dos acontecidos sob o lábaro das seis cores.
sábado, 11 de junho de 2011
Dia do Amor

Amor na Wikipédia:" A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação."
Ou seja amor pode ter várias definições, mas a que sobressai ao nosso pensamento é o que se relaciona de um indivíduo a outro, na forma mais carnal possível.
O fato é simples, por mais que alguns de nós negue, que tente fingir, todo ser humano busca outro, anseia pelo encontro da "metade da laranja". Poemas, livros, músicas, pinturas e filmes nos levam a acreditar que o amor é a força motriz de nossa existência.
Somos que amamos eu concluo, é do amor que doamos que nos faz ter atitudes e viver da forma que se vive. O amor é de fato a alma humana, só ele é capaz de mudar o curso de uma vida. E o que mais é preciso neste momento que se ame sem restrição nenhuma, pois o amor é feito pra ser intenso, se ele causa dor, sofrimento e outras "coisinhas" é que sua amplitude é extrema e não é permitido expandir sem agredir outras áreas.
O amor nos consome, e isso é bom demais. Se é onírico a vontade de se ter uma amor pra recordar, viver e sentir, isso é ótimo afinal amar é sonhar mesmo.
Talvez o único erro humano é tentar ter um amor como o outro tem, de seguir um mesmo padrão, e amor não tem paradigma ele é seu, então tem que se viver da forma que se quer e faz feliz. Amor é simples, a gente que complica.
Com essa noção de amor proponho a todos que substituam o dia dos namorados pelo DIA DO AMOR, pois se não se tem namorado(a), amor todo mundo tem e celebre seu amor.
Feliz dia do Amor A TODOS
Marcadores:
amor,
dia dos namorados,
namoro,
paixão,
vida
domingo, 5 de junho de 2011
Em Nome de Deus...
Século XXI e a Idade Média, quanto tempo temos entre eles? Mais de seiscentos anos. Mas as práticas medievas permanecem em nosso mundo contemporâneo, pra quem acha que a venda das indulgências e relíquias foi extinta o vídeo acima demonstra que ela permanece bem real, com uma versão moderna encenada na TV, internet,mídia impressos e quase todos os templos.
Não ataquemos as religiões, pois a fé e o direito ao credo é algo constitucional e direito natural do cidadão, porém é inadmissível ver de forma explícita o escambo que se faz em nome de Deus, não entremos no mérito de discussão teológica do dízimo e suas propriedades bíblicas, mas falemos da comercialização da fé, do exagero e da exploração feita sobre pessoas que em desespero econômico ou até mesmo emocional buscam na na religião uma recompensa às mazelas da vida.
Como entender que pessoas que dizem falar e proclamar a palavra de Deus, obrigam de forma implícita os fiéis a fazerem permutas com a salvação, dar muitas vezes o dinheiro da luz, do aluguel, da alimentação ou até mesmo do remédio na promessa de receber as bençãos vindas do céu?
Se houver justificativa para essas ações gananciosas, devemos entender a venda das indulgências e relíquias na Idade Média como justificativas válidas, já que elas atendiam a necessidade da Igreja na época e se esta era a "voz de Deus" na terra, logo não se tem o que questionar. Mas foi esse o argumento que levou Martinho Lutero a se opor a Santa Fé, fundando uma nova corrente dentro do Cristianismo, em nome de se acabar com todo o comércio religioso, mas o que vemos ao longo da história é a permanência dos mesmos atos medievos, das mesmas atitudes mercenárias.
Não se pode generalizar em momento algum, é claro que existem sacerdotes católicos ou "evangélicos" que não se posicionam de uma outra forma, mas o que vemos é uma crescente "onda" de padres, pastores e segmentos religiosos com grande sede de faturar...E vende-se medalhinhas milagrosas, cruzes abençoadas pelo papa, pote com água do Rio Jordão e o pior existem igrejas donas de emissoras de TV, que não passam nada de programação religiosa, possuem jornais impressos para venderem suas ideias aienantes.
Voltando ao vídeo do Pastor Silas Malafaia, que é tido dentro das igrejas evangélicas como um nome de peso e bem conceituado, onde em seu anseio em arrecadar fundos propõe ao povo sofrido que doe 30% do dinheiro destinado ao aluguel para a igreja, acho que não é necessário dizer nada sobre esse fato, as imagens falam tudo. Mas o que causa repulsão é ver que este mesmo senhor vai pra TV falar em Deus e atirar palavras de ódio aos gays, a criar até mesmo situação de conflitos religiosos já que constantemente ataca a outras igrejas, criando um clima de guerra . É uma criatura que usa de um discurso alterado, com som de inquietador soldado de Deus, mas que aqui no vídeo parece muito mais um camelô convencendo que seu produto paragauaio é de boa qualidade.
É bom que fique claro que não tenho religião, porém sou cidadão e não posso deixar de falar as barbaridades que vejo, e espero que mais pessoas sintam o que eu senti ao ver o vídeo que é uma sensação de vômito e de gritar que não termina.
Que Deus tenha piedade dos mercenários! Mas que nós não tenhamos nenhuma.
sábado, 7 de maio de 2011
Minha estrela Dalva

Não há nada que a ciência, religião ou senso comum consiga explicar como é a magia do amor de mãe. Como um ser humano pode ser capaz de sofrer e dar sua vida por outro na forma mais irracional possível? Mas mãe não é questionamento de nada e sim certeza de tudo.
Na última semana passei por uma das experiências piores que se pode ter, o medo de perder meu anjo protetor. Posso garantir a todos que só ver a minha rainha numa maca sangrando é como como se um algoz tivesse arrancado meu coração com a própria mão, é uma dor indescritível. Mas com todo drama, com toda dor, minha mãe achou força para preocupar-se com meu irmão e comigo, tentando nos acalmar, e até escondendo a dor para não nos deixar nervosos.
Quando Cazuza dizia que "Só as mães são felizes", creio que ele referia-se a esse amor sublime que elas sentem que as tornam auto-produtoras de sua própria felicidade em ver o filho feliz. O maior presente que pode se dar a uma mãe é ver a sua cria bem. E se analisarmos e pensar é de enlouquecer, porque é de difícil aceitação, ver que um ser é capaz de sentir-se pleno e realizado só em saber que outro também está. É um amor único, inexplicável e que deveria fertilizar o mundo, e teríamos na Terra a personificação do paraíso prometido.
O engraçado que sempre temos ídolos, e eu como todos sempre os tive, porém desde pequeno nada no mundo me orgulhou mais que minha mãe, nunca houve um cheiro melhor que o dela, nem um toque na minha pele que me deixasse tão confiante e mesmo que os anos passem (e como tem passado), quem me conhece sabe da paixão que sinto pela minha estrela Dalva, claro que nunca fui exemplo de filho, mas posso assegurar a todos que fã perfeito e seguidor fiel dela, eu sou.
Mãe é realmente o vocábulo mais forte que qualquer língua pode pronunciar, ele sinônimo de tudo que há de bom, afinal só mãe tem o direito de errar, pois mesmo quando erram e exageram elas estão praticando amor.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
TRAGÉDIAS E ATITUDES!

Ao colocar a palavra tragédia no site de pesquisa nos deparamos com um resultado que vai além das imagens, da mesma forma que múltiplas fotos de situações trágicas aparecem, juntos com estas vem o arquivo emocional de cada um, nós pobres seres sentimentais nos habituamos a ficar aterrorizados frente a dor alheia, porém como um toque de mágica apagamos da memória.
Só no ano de 2011, tivemos o drama da Região Serrana do RJ, o tsunami no Japão, e nesta última semana o horror na escola do Realengo na cidade do Rio de Janeiro. Apesar de ser de ordens causadoras diferentes, a reação que temos é a mesma: nos colocamos no lugar das vítimas, choramos, não tiramos a tristeza do semblante e ficamos nos perguntando o porquê de tanto sofrimento. E nessa mesma dimensão logo excluímos uma tragédia pela outra.
A grande questão é o esquecimento que se faz de forma coletiva e que acaba por não cobrar das autoridades providências para que novas catástrofes não ocorram, nem de um auxílio ou ajuda humanitária após o fim da vinculação dos fatos na mídia. E deixamos reservados toda essa dor nos "arquivos mortos" da nossa mente.
Não estou aqui dizendo que deveríamos prolongar a dor, porém, já mais esquecer e usar os grandes incidentes como exemplos para que não ocorresse novamente, pois ataques de maníacos ou catástrofes da natureza nem sempre podem ser previstos,mas podem ser evitados ou no mínimo amenizados desde que se tenha uma estrutura pra isso.
É preciso agir mais, buscar forças para que não continuemos nos acostumando com tragédias e nem com a sobreposição de uma por outra.
Assinar:
Postagens (Atom)



